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Histerossalpingografia: Exame verifica as condições do útero e das tubas

O que é a histerossalpingografia

A histerossalpingografia é um exame de radiografia usando-se contraste, para verificar as condições anatômicas dos órgãos reprodutores femininos: útero e tubas. Ele é feito no Brasil desde a década de 1960.


Quando a histerossalpingografia é necessária?

A histerossalpingografia é um exame normalmente realizado para verificar se há alguma anomalia no útero ou nas trompas de pacientes que apresentam dificuldade para engravidar, mas também pode ser feito para investigação de outros problemas ginecológicos ligados à anatomia do útero e das trompas. Se a anatomia estiver muito alterada, poderá haverá haver problemas para conseguir ter um bebê.

 

O que é e para que serve o exame de histerossalpingografia?

 

O exame de histerossalpingografia é um exame das trompas feito por imagem. Ele é realizado do 6º ao 12º dia antes da menstruação, no período que compreende o término da menstruação e período antes da ovulação. No caso de mulheres sem ovulação, a histerossalpingografia pode ser realizada em qualquer dia da menstruação. Além da infertilidade, as doenças diagnosticadas pelo exame de histerossalpingografia são:

  • Útero: nódulos ou ferimentos, mioma, sinéquia (fusão dos lábios vaginais), pólipos (crescimento de tecido ao redor do útero), septo vaginal (má-formação vaginal);
  • Trompas: má-formação, inflamação, obstrução, doença inflamatória pélvica.

Esse exame é um raio-X que demanda a dilatação vaginal com um espéculo vaginal e aplicação de contraste por meio de um cateter também na vagina. Durante o exame que dura 30 minutos a mulher fica em posição ginecológica e caso sentir dor ao longo do procedimento é aplicada uma anestesia no útero. Cerca de 2% ou 3% do contraste é absorvido e depois eliminado pela urina.
 

Como é feita a preparação do Exame de histerossalpingografia?

Todo procedimento possui um preparatório que precisa ser respeitado para que o exame seja eficiente. Descubra o que você precisará fazer antes do exame:

  • Falar se está ou se existir possibilidade de estar grávida;
  • Falar se está ou tem suspeita de gonorreia, clamídia ou qualquer outra doença sexualmente transmissível;
  • Falar ao médico se está com doença inflamatória pélvica;
  • Fazer uso de laxante na noite que precede o exame. O laxante é indicado pelo médico;
  • Fazer uso de analgésico ou antiespasmódico nos 15 minutos que precedem o procedimento para evitar o desconforto. Pode ser que o médico indique a administração do medicamento também após o exame.

Orientações e sintomas pós-exames

Após o exame, a paciente receberá orientação de interromper a atividade sexual por alguns dias. Em relação a efeitos colaterais, mesmo exame de histerossalpingografia sendo um exame das trompas com poucos relatos de incômodos, a mulher pode sentir cólicas iguais ao do período menstrual, pequeno sangramento, indisposição, infecção tubária e vaginal (algo raro, comum em pacientes com histórico de infecções tubárias, uterinas e vaginais).
Algo raríssimo de acontecer é que a mulher engravide depois do exame. A explicação é que o líquido injetado antes do procedimento permite a desobstrução das trompas, o que permite a ovulação. Mas, fique calma que a gravidez não é resultado da histerossalpingografia e há poucos relatos sobre isso. Tanto a gravidez não é fruto do procedimento que uma das prescrições é para mulheres com dificuldades para engravidar.
 

Contraindicações

Mulheres alérgicas ao iodo e que estejam grávidas. A  gestação é um impeditivo para o exame de histerossalpingografia porque o médico que faz o procedimento injeta contraste no útero.



Radioclínica TADAO MORI

A Radioclínica Tadao Mori, realiza exames de Ressônancia Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultra-sonografia, Mamografia, Densitometria Óssea, Radiologia Geral e Exames Laboratoriais.